sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

DESABAFO DE EUGÈNE IONESCO



o mundo está
triste
o mundo não está
louco
o mundo está revirado 
o mundo não se vê, não se olha, não se escuta

e ainda dizem 
que escrevo teatro nonsense*




*sem noção






quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Algumas coisas que concluo


De uns tempos pra cá conheci pessoas extraordinárias e lugares fantásticos. A cada nova investida, várias pessoas ao meu redor soltavam frases como:
- Isso é o máximo!
- Que felicidade!
- Fiquei com inveja de você.
- Também quero!
- Gostaria tanto ter feito isso / ter estado aí!
- Você é muito sortuda...
E isso não muda absolutamente nada, é que o que os outros pensam não me importa. Por algum motivo bobo gostamos de mostrar nossas conquistas para que os outros coloquem o valor de conquista e apenas assim podemos goza-la. Ou não.
Pra quem vai servir, se não servir pra mim? Por que tem gente que se importa comigo? Eles não entendem a obrigação que isso gera? Pouco aos olhos estranhos, mas muitas coisas Carolina deve ser, e quantas coisas Carolina deve ser. Não importa, simplesmente não importa se você não se importa, só não pode demonstrar isso.
Acontece que eu simplesmente não me importo mais.

Não dá pra abortar a missão?
...
Ora não me venha com prudência! Prudência e alguns cuidados são quase que exclusivamente utilizados com critérios de conviência, e pra que servem? Saber lidar com a "querança" é também se ouvir e atender materialmente o que já é mais que idéia, é paixão, desejo, é amor, é vontade, é colocar gosto no que se faz.

E quando não há gosto?


I will hold you in my heart
till I can have you in my arms again




,

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

o que os outros escrevem

Muitas coisas escritas, MUITOS MUITOS pensamentos durante o feriado, loucos pra serem expostos, mas fica pra quando eu tiver com mais tempo, querer trabalhar melhor nas palavras.
Enquanto isso, encaminho pra cá mais um texto que recebi por email da minha amiga Cindy.



"Assunto: Eis o perigo de mexer com pessoas inteligentes

        O humorista Danilo Gentili (CQC) postou a seguinte piada no seu
twitter:

"King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega
uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?"

A ONG Afrobras se posicionou contra: "Nos próximos dias devemos fazer uma
carta de repúdio. Estamos avaliando ainda uma representação criminal", diz
José Vicente, presidente da ONG. "Isso foi indevido, inoportuno, de mau
gosto e desrespeitoso. Desrespeitou todos os negros brasileiros e também a
democracia. Democracia é você agir com responsabilidade" , avalia Vicente.

Alguns minutos após escrever seu primeiro "twitter" sobre King Kong, Gentili
se justificou no microblog: "Alguém pode me dar uma explicação razoável por
que posso chamar gay de veado, gordo de baleia, branco de lagartixa, mas
nunca um negro de macaco?" (GENIAL) "Na piada do King Kong, não disse a cor
do jogador. Disse que a loira saiu com o cara porque é famoso. A cabeça de
vocês é que têm preconceito. "

Mas, calma! Essa não foi a tal resposta genial que está no título, e sim
ESTA:

"Se você me disser que é da raça negra, preciso dizer que você também é
racista, pois, assim como os criadores de cachorros, acredita que somos
separados por raças. E se acredita nisso vai ter que confessar que uma raça
é melhor ou pior que a outra, pois, se todas as raças são iguais, então a
divisão por raça é estúpida e desnecessária. Pra que perder tempo separando
algo se no fundo dá tudo no mesmo?

Quem propagou a ideia que "negro" é uma raça foram os escravagistas. Eles
usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: "Podemos
tratá-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa.
Eles são da raça negra".

Então quando vejo um cara dizendo que tem orgulho de ser da raça negra, eu
juro que nem me passa pela cabeça chamá-lo de macaco, mas sim de burro.

Falando em burro, cresci ouvindo que eu sou uma girafa. E também cresci
chamando um dos meus melhores amigos de elefante. Já ouvi muita gente chamar
loira caucasiana de burra, gay de veado e ruivo de salsicha, que nada mais é
do que ser chamado de restos de porco e boi misturados.

Mas se alguém chama um preto de macaco é crucificado. E isso pra mim não faz
sentido. Qual o preconceito com o macaco? Imagina no zoológico como o macaco
não deve se sentir triste quando ouve os outros animais comentando:

- O macaco é o pior de todos. Quando um humano se xinga de burro ou elefante
dão risada. Mas quando xingam de macaco vão presos. Ser macaco é uma coisa
terrível. Graças a Deus não somos macacos.

Prefiro ser chamado de macaco a ser chamado de girafa. Peça a um cientista
que faça um teste de Q.I. com uma girafa e com um macaco. Veja quem tira a
maior nota.

Quando queremos muito ofender e atacar alguém, por motivos desconhecidos,
não xingamos diretamente a pessoa, e sim a mãe dela. Posso afirmar aqui
então que Darwin foi o maior racista da história por dizer que eu vim do
macaco?

Mas o que quero dizer é que na verdade não sei qual o problema em chamar um
preto de preto. Esse é o nome da cor não é? Eu sou um ser humano da cor
branca. O japonês da cor amarela. O índio da cor vermelha. O africano da cor
preta. Se querem igualdade deveriam assumir o termo "preto" pois esse é o
nome da cor. Não fica destoante isso: "Branco, Amarelo, Vermelho, Negro"?. O
Darth Vader pra mim é negro. Mas o Bill Cosby, Richard Pryor e Eddie Murphy
que inspiram meu trabalho, não. Mas se gostam tanto assim do termo negro,
ok, eu uso, não vejo problemas. No fim das contas, é só uma palavra. E
embora o dicionário seja um dos livros mais vendidos do mundo, penso que
palavras não definem muitas coisas e sim atitudes.

Digo isso porque a patrulha do politicamente correto é tão imbecil e
superficial que tenho absoluta certeza que serei censurado se um dia
escutarem eu dizer: "E aí seu PRETO, senta aqui e toma uma comigo!". Porém,
se eu usar o tom correto e a postura certa ao dizer "Desculpe meu querido,
mas já que é um afro-descendente, é melhor evitar sentar aqui. Mas eu arrumo
uma outra mesa muito mais bonita pra você!" Sei que receberei elogios dessas
mesmas pessoas; afinal eu usei os termos politicamente corretos e não a
palavra "preto" ou "macaco", que são palavras tão horríveis.

Os politicamente corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de
dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E
acredite: isso é racismo, pois transmite a ideia de superioridade que essas
pessoas sentem de si em relação aos seus "defendidos" .

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Um Teatro da dor e do gozo

Tô apenas publicando o escrito, que não é meu.




SOBRE A X MOSTRA DE TEATRO DE SERRA TALHADA

            Há alguns dias tento digerir, de forma distanciada, minhas impressões a cerca da Mostra de Teatro de Serra Talhada neste ano de 2010. Achei que conseguiria simplesmente desatar a escrever frenética, fria e jornalisticamente sobre o evento. No entanto, pasmei ao perceber o quanto é difícil falar do que somos ou nos tornamos, do que nos identifica e nos marca como ferro em brasa no couro bovino. Mais difícil é enxergar, sozinho, cicatrizes profundas e antigas, feridas abertas e novas, um prazer masoquista transbordando num gozo vazio.
            No ano de 1996, participei de uma das edições da Mostra de Teatro de Serra Talhada através de um grupo mantido para funcionários e dependentes de uma empresa estatal. Éramos uns 10 ou 11 atores e mais 5 ou 6 funcionários da empresa que compunham a comitiva. Para tal, a estatal contratou um ônibus com capacidade para transportar 55 passageiros, sobrando vagas que foram cedidas a grupos teatrais do Recife. Eu contava com 15 anos de idade e adorei a viagem com todas aquelas pessoas juntas se divertindo. Guardo outra lembrança desta mostra de 96: a iluminação era precária, toda feita com “spot-lata” e uma caixa de madeira com interruptores que fazia vez de mesa de luz. Prevendo um superaquecimento das instalações, esticamos os fios para que eles ficassem mais arejados. Depois da montagem técnica do espetáculo fomos ao hotel nos restabelecer para a apresentação propriamente dita. À noite, o auditório da Antiga Escola Cônego Torres lotado de gente, e nós otimistas com a apresentação. Começa o espetáculo e descobrimos que alguém havia encerado o piso de cimento queimado do palco do auditório, o que provocou quedas, baques e estouros de quase todos os atores. E antes que nos acostumássemos a cair, um clarão de fogo correu pelos fios da iluminação em explosões contínuas até estourar numa lâmpada e vir o “black-out”.  Alguém, muito bem intencionado e que não entendia nada de iluminação, resolveu enrolar todos os fios na nossa ausência para limpar a passagem, pois aquilo espalhado no chão era muito feio. Pois bem, a energia foi restabelecida e o espetáculo retomou a atividade.
Na noite seguinte, a premiação encheu de vaidade alguns e de ódio outros. Eu não tinha noção, nem opinião sobre aquilo, mas lembro bem dos sentimentos gerados por esta noite de premiação: soberba, inveja, insatisfação. Uma macaqueação do Oscar tão comum nesses eventos pelo Brasil à fora.
O tempo passa... Em 2010 a Mostra de Teatro de Serra Talhada, já na sua 10ª edição, ofereceu aos artistas e colaboradores hotel confortável e boa comida. Uma pessoa da organização do evento à disposição dos grupos para recepcionar e solucionar algum problema ou tirar dúvidas. No entanto, esta ajuda era meramente administrativa ou turística mesmo. A primeira coisa a me chamar atenção quando entramos no auditório da vez foi a iluminação. Apesar de no ato da inscrição e envio do projeto nos ser solicitado plano de luz, havia apenas 8 “spots” dos mais simples e duas luzes de ribalta improvisadas, tudo ligado a uma mesa de luz pequena, mas suficiente para a quantidade e qualidade dos equipamentos. Encontrei todos os fios excedentes enrolados sobre a mesa tal qual 14 anos atrás. Depois do “flash-back” inevitável, contei o ocorrido e orientei um rapaz, totalmente desorientado, que “tomava conta” dos equipamentos. O pobre não tinha o mínimo preparo, não sabia sequer ligar os aparelhos. Não era iluminador, não era sonoplasta, não era eletricista (por que não?), era apenas um rapaz de boa vontade ajudando de bom grado ou recebendo para isto. De qualquer forma, não hesitou em desenrolar os fios conforme eu havia pedido educadamente.
Começamos o espetáculo com a luz que deu para fazer. Estava até bonito diante da precariedade. Os atores empolgados em cena, como de costume, até o momento em que... apagou-se tudo. Sem luz, sem som, só atores no escuro. Correria. Estranhos subiam ao palco para tentar resolver alguma coisa confundindo-se com os atores enquanto a cena continuava e o espetáculo seguia sua narrativa dentro das possibilidades. A única solução possível foi o acendimento das luzes comuns do auditório. O som não voltou, a iluminação cênica não voltou. Quando os atores já estavam acostumados com a escuridão e o público atento à trama: crianças vindas de uma escola pública (o que significava metade da platéia) levantaram e tentaram sair em bando, pois havia chegado a hora do fim da aula na escola e o caminhão estava à espera, ninguém poderia perder o transporte. O diretor do espetáculo, já transtornado com os problemas técnicos, atirou-se na saída e questionou uma professora sobre o ocorrido. A professora constrangida recolocou as crianças nos seus assentos. O espetáculo chegou ao fim sem os efeitos de som e luz fundamentais a expressividade proposta à reflexão necessária.
Depois do espetáculo, a palestra sobre teatro infantil e didática, dada pelo diretor do espetáculo, teve tom de revolta. Inclusive deu-se ênfase a uma frase: “O TEATRO PRECISA DAR-SE AO RESPEITO”. Alguns balançavam a cabeça em solidariedade, outros visivelmente ofendidos, um outro retirou-se, um dos responsáveis pelo evento saiu em defensiva: “Nós não sabíamos que não podíamos ligar tudo numa tomada só. Estava tudo certo. Como nós poderíamos saber?”. Todos tinham a resposta que não lhe foi dada.  E atacou novamente: “Infelizmente, nós temos esse problema social que todos ficam horrorizados quando passa no Jornal Nacional: “Os caminhão leva” as crianças para a escola. Quando eles viram a hora, saíram correndo. A gente não podia fazer nada. Como nós poderíamos saber?”. Ficou sem resposta mais uma vez. As pessoas se entreolharam e nada disseram diante do pedido de desculpas feito pela organização da mostra.
Trata-se de dinheiro público, coisas foram orçadas, precisavam estar minimamente direcionadas no sentido de dar, acima de tudo condições ideais de montagem e apresentação aos grupos. Respondo ao amigo da mostra: Realmente vocês não poderiam saber. Não por que são sertanejos, e isto não os desmerecem diante de ninguém da capital ou de qualquer outro lugar. Não poderiam saber, pois não são técnicos, não são iluminadores, nem eletricistas. Mas foram irresponsáveis. Eu não posso receitar um remédio sem ser médico. Um mero apagão poderia ter se tornado num incêndio desastroso. Foram desrespeitosos com o os grupos que ali trabalharam e com a platéia tão carente e ávida por coisas novas, interessantes e educativas em si. E quanto aos alunos, coitados, obrigados a sair correndo para pegar um caminhão, eu só posso dizer uma coisa: Pior do que andar de caminhão para ter acesso à escola é conviver com o descaso a sua formação, como se ir ao teatro fosse qualquer coisa, como se teatro fosse apenas um lugar para esperar a hora passar e entrar num caminhão. E porque não começar o espetáculo mais cedo?
No mais, entendi sutilezas que não enxergava anos atrás. Antes de mais nada, preciso repetir a frase já citada do Júlio Gouvéia: O TEATRO PRECISA DAR-SE AO RESPEITO. O cachê mínimo dado pela mostra obrigou os grupos a buscarem patrocínio para viajar ou optar por viajar e pagar o transporte do próprio bolso. É absurdo ver artistas, pessoas que carregam em si extrema importância na formação social por serem referência de idéias, trocando seu trabalho, seu tempo, suas vidas e ideais por uma viagem, uma dormida em hotel com piscina de criança e boa comida. É chocante e espero que não se ofendam, antes, se envergonhem e reflitam. Alguém pode dizer que não precisaria disso e só foi para dar acesso àquelas pessoas, por filantropia. Nada cola, nada justifica. A própria organização da mostra poderia diminuir o número de espetáculo e garantir melhor técnica e cachê para quem participasse. O mínimo que se possa esperar de qualquer coisa que envolva artistas é respeito, no trato, na técnica e ao público. No entanto, precisamos nos unir e acabar definitivamente com as esmolas, com as compensações, com os restos. O respeito não se pede, nasce de quem tem pelo outro. Senhores, deste Pernambuco, tomemos vergonha na cara e não baixemos as calças por tão pouco. Pouco dinheiro, um pouco de comida diferente, um pouco de cama de hotel com ar-condicionado, um pouco de estrada para distrair. Somos mais do que pensamos. No entanto, estamos muito aquém do que podemos.

Édipo do Coque




Obs.: Édipo do Coque ficou cego depois de problemas familiares, sobrevive de esmolas advindas de atividades artísticas e como, apesar de cego, ouve muito bem, exerce as funções de crítico delator cultural.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

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"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca."


Clarice Lispector


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sábado, 18 de setembro de 2010

Nem tudo é uma questão de interpretação.


Às vezes um olhar vale mais do que mil palavras, correto?
Acho que na frase original a expressão  “uma imagem” encontrava-se no lugar de “um olhar”. Mas utilizo-me dessas coisas que parafraseio, mudo ou invento pra chegar ao ponto... Muita gente diz que existe um contexto pra compreender o que alguém diz e blá, blá, blá. Tudo bem, eu concordo, mas ninguém pode conhecer inteiramente o outro, há limites externos e internos que não são ultrapassados [ou não? Isso seria um outro post] Aonde quero chegar é que, simplesmente,  a mentira ou o desinteresse, ou mesmo a dor, podem habitar nossos cotidianos, roer os sapatos dos nossos amigos e quebras o celular de algum conhecido. Não me faço entender? Pra variar, ainda estou com deficiência de objetivação. Talvez conscientemente.

Nem tudo é uma questão de interpretação.
É que quando alguém me questiona “Tudo bem?”, posso dizer que tá tudo uma merda só pra desestimular a conversa. Ou posso responder que está tudo bem, e ninguém – ninguém mesmo – vai saber que tudo está bem mal aqui por dentro.




wikipedia:   Interpretação é uma ação que consiste em estabelecer, simultânea ou consecutivamente, comunicação verbal ou não verbal entre duas entidades que não usem o mesmo código. É um termo ambíguo, tanto podendo referir-se ao processo quanto ao seu resultado - isto é, por exemplo, tanto ao conjunto de processos mentais que ocorrem num leitor quando interpreta um texto, quanto aos comentários que este poderá tecer depois de ter lido o texto. Pode, portanto, consistir na descoberta do sentido e significado de algo - geralmente, fruto da acção humana.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Por dentro

Esse é um texto de início; estou começando a blogar.
Faz tempo, André [meu Homem] me disse pra criar um blog. Outras vezes, reiterou o incentivo e até me chamou pra colaborar com o blog dele, SPAM:
http://dremaciel.blogspot.com/




"Você tá por dentro do que aconteceu com a sua prima?"

As pessoasa usam este termo, "por dentro", dando-lhe significado equivalente à ciências de algo. Você está por dentro? Está ciente? Está sabendo?

Aí confunde tudo! Porque o desejo de estar "por dentro" é de quem está por fora, alguém que está alheio. Depois desse interesse começa a corrente - passar a informação a diante -, e disso surgem os mal entendidos, porque estar dentro significa mais do que apenas tomar ciência.

Sempre penso demais e me confundo dentro de mim, isso por que nem sempre consigo ficar por dentro. De mim mesma!!! Entende? Não consigo sempre estar por dentro de mim mesma! Como ousam tentar sentenciar o que há dentro de mim?

Dentro, penso e imagino tantas coisas.
Não consigo objetivar. Me dizem: Objetive!
É obrigatório? Não. Talvez apenas para tentar explicar.
Porém, de verdade, às vezes não quero ter que me explicar. Às vezes não quero que me entenda. Quero que me ame.