terça-feira, 22 de julho de 2014

Respeito, educação e a cura da nossa síndrome de síndromes


Li um texto interessante sobre impressão pós Copa num blog que gosto de tocaiar de vez em quando.

Uma convidada chamada Angélica postou sobre A COPA DA ALEMANHA E A NOSSA SÍNDROME DE POCAHONTAS. Intrigada, resolvi comentar:


Cara Angélica, lhe faço coro com o reconhecimento que nosso Brasil merece.

Porém, gostaria de aconselhar que você não amargue a dualidade. O primeiro passo é reconhecer nossas dificuldades, faz parte do processo de evolução. A diferença, penso eu, reside muito menos na cor do cabelo e muito mais na capacidade de não jogar lixo no chão. Pelo que, lamento dizer, o suposto de validade de teu texto tem uma falha enorme: Não somos Pocahontas. Nos falta noção de preservação do que é nosso, como nos falta senso de harmonizar "local" e "extrangeiro" - no desenho, ela respeita, não idolatra.

Acho que sou, sim, vira lata. Afinal, resta pra gente se virar  em um país que os comentários aqui refletem bem: Tantas críticas e tão pouca educação.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Como nossos pais.



Em situações difíceis me permito refúgio no ócio e essa é uma das minhas obras favoritas: Hilda Furacão.

Continuamos sonhando com uma sociedade mais justa e bonita, lutando por direitos, sofrendo repressão policial e militar abusiva ao tempo que se condenam as prostitutas, o dinheiro é sobre valorado aos sentimentos, reproduzem discursos de ódio, cegueira ideológica (religiosa, política, partidária).

No fim, salvo exceções, a ideia que querem impor é que estamos fadados à superficialidade. Tão difícil perder e encontrar o sapato.

Era 1964.


https://www.youtube.com/watch?v=aT1bwu4J2L8