quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Algumas coisas que concluo
De uns tempos pra cá conheci pessoas extraordinárias e lugares fantásticos. A cada nova investida, várias pessoas ao meu redor soltavam frases como:
- Isso é o máximo!
- Que felicidade!
- Fiquei com inveja de você.
- Também quero!
- Gostaria tanto ter feito isso / ter estado aí!
- Você é muito sortuda...
E isso não muda absolutamente nada, é que o que os outros pensam não me importa. Por algum motivo bobo gostamos de mostrar nossas conquistas para que os outros coloquem o valor de conquista e apenas assim podemos goza-la. Ou não.
Pra quem vai servir, se não servir pra mim? Por que tem gente que se importa comigo? Eles não entendem a obrigação que isso gera? Pouco aos olhos estranhos, mas muitas coisas Carolina deve ser, e quantas coisas Carolina deve ser. Não importa, simplesmente não importa se você não se importa, só não pode demonstrar isso.
Acontece que eu simplesmente não me importo mais.
Não dá pra abortar a missão?
...
Ora não me venha com prudência! Prudência e alguns cuidados são quase que exclusivamente utilizados com critérios de conviência, e pra que servem? Saber lidar com a "querança" é também se ouvir e atender materialmente o que já é mais que idéia, é paixão, desejo, é amor, é vontade, é colocar gosto no que se faz.
E quando não há gosto?
I will hold you in my heart
till I can have you in my arms again
,
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