domingo, 30 de janeiro de 2011

Hoje vi a postagem mais recente de um amigo. Ele transcreveu
O espetáculo é a aparência que confere integridade e sentido a uma sociedade esfacelada e dividida. É a forma mais elaborada de uma sociedade que desenvolveu ao extremo o ‘fetichismo da mercadoria’ (felicidade identifica-se a consumo). Os meios de comunicação de massa são apenas ‘a manifestação superficial mais esmagadora da sociedade do espetáculo, que faz do indivíduo um ser infeliz, anônimo e solitário em meio à massa de consumidores’”. - trecho de A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord

Isso veio bem a calhar com o que vem matelando meu juízo desde 2ª feira, quando assisti uma peça chamada O ANIMAL AGONIZANTE, no janeiro de grandes espetáculos/RECIFE. Todos os anseios, desejos, expecativas, perspectivas, medos e agonias de David, um idoso que não é idoso, por assim acreditar.
Mas isso vai ficar pruma próxima.

Nos perdemos porque a maioria dos problemas humanos reside justamente em não conseguir a medida -individual- da consciência/responsabilidade/técnica com o improviso/acaso/laissez faire, laissez passer.
Questionar as escolhas (sem ser encurralado pelo questionamento ou pelas decisões) e viver de forma plena, disfrutando de tudo E lá vamos nós.





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