terça-feira, 22 de julho de 2014
Respeito, educação e a cura da nossa síndrome de síndromes
Li um texto interessante sobre impressão pós Copa num blog que gosto de tocaiar de vez em quando.
Uma convidada chamada Angélica postou sobre A COPA DA ALEMANHA E A NOSSA SÍNDROME DE POCAHONTAS. Intrigada, resolvi comentar:
Cara Angélica, lhe faço coro com o reconhecimento que nosso Brasil merece.
Porém, gostaria de aconselhar que você não amargue a dualidade. O primeiro passo é reconhecer nossas dificuldades, faz parte do processo de evolução. A diferença, penso eu, reside muito menos na cor do cabelo e muito mais na capacidade de não jogar lixo no chão. Pelo que, lamento dizer, o suposto de validade de teu texto tem uma falha enorme: Não somos Pocahontas. Nos falta noção de preservação do que é nosso, como nos falta senso de harmonizar "local" e "extrangeiro" - no desenho, ela respeita, não idolatra.
Acho que sou, sim, vira lata. Afinal, resta pra gente se virar em um país que os comentários aqui refletem bem: Tantas críticas e tão pouca educação.
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wau
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